quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Slides na escola!!!

Slides na escola!!! Como devemos usá-los??? Esta questão é muito pertinente quando analisamos o contexto do uso das tecnologias aplicadas à Educação na atualidade, onde tais recursos e ferramentas tecnológicas devem ser bem utilizados e aproveitados como forma de potencializar o alcance pedagógico do processo de ensino, mister da escola.

Entretanto, devemos erigir um comentário tocante a existência de tais recursos, além da preparação necessária dos profissionais que irão trabalhar com tais equipamentos... Se fizermos uma pesquisa, poderemos constatar que a maioria dos profissionais não sabem operar e outros tantos tem até medo de “escangalhar” as geringonças! Ainda bem que estamos fazendo o curso no NTE pra salvar a pátria!

Não obstante, voltando ao tema, devemos usar as apresentações de slides porque são recursos que superam as apresentações tradicionais em sala de aula pelo dinamismo, “prendendo” a atenção dos alunos. Para isso, uma boa apresentação precisa ter um bom conteúdo, com informações e conceitos corretos e atualizados, ou seja, não adianta você elaborar um slide de Geografia lindo e maravilhoso, por exemplo, com informações estatísticas do senso do IBGE do ano de 2000.

É importante ressaltar que uma boa apresentação deve figurar como um “norte”, sucedido de uma discussão reflexiva sobre o conteúdo abordado durante a aula e, se possível, complementada com uma pesquisa ou uma produção de texto, em conformidade com a extensão do assunto estudado.

Todavia, devemos tomar cuidado com a elaboração dos slides, principalmente, quando da inserção de elementos visuais como figuras ilustrativas e animações, estabelecendo um liame entre o assunto abordado e a imagem inserida nos slides. Caso contrário, corremos o risco de falar sobre os pontos turísticos de Macapá e, ao invés de colocar a imagem do Obelisco do Marco Zero, colocarmos a imagem do Cristo Redentor, por exemplo. Seria um desastre!
Finalizando, uma boa apresentação deve ser bem planejada, com uma linguagem clara e objetiva e não deve se estender muito, posto que tudo o que é muito demorado, enjoa logo e a paciência dos nossos alunos se esgota rapidamente... Por isso, sejamos criativos e práticos. Assim, nossas aulas nunca mais serão as mesmas, caso tenhamos tais recursos é claro!
Professor Clovis Freire.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O computador vai substituir o professor???


Qual é o risco disso acontecer??? Todos! E já está acontecendo! E não nos enganemos, pois é uma coisa muito boa, se for da forma colocada no texto de RAMAL (2000), acredito que sim, haja vista que essa substituição abre uma infinidade de possibilidades pedagógicas no que tange ao papel do professor dentro do processo de ensino, usando os atributos tecnológicos da máquina para tornar as aulas em viagens multimídias pelo conhecimento! Imagine só, não vamos ter que ficar horas a fio fotocopiando material sobre os conteúdos de História, Geografia, Língua Portuguesa e daí por diante...
Dentro dessa ótica, o professor será substituído apenas na função mimética de mero repassador de conteúdos programáticos bitolados, exigidos pelo sistema formal, permitindo que ele assuma a sua real função que é a de articulador de propostas, de organizador de idéias que proporcionem ao aluno figurar como construtor do conhecimento a partir de sua realidade e dentro de uma nova perspectiva: a de agentes ativos deste processo.
A partir daí, haverá uma participação mais contundente dos alunos na produção, por intermédio de uma proposta cooperativa onde eles vão poder ensinar também o que eles conhecem a partir das próprias experiências, podendo formular e reformular as suas conclusões a respeito da construção do conhecimento dentro de um processo dialético, rompendo barreiras geográficas ao sabor das tecnologias deste admirável mundo novo! Viva a tecnologia!

terça-feira, 11 de outubro de 2011

O ideal, o possível e o impossível na Educação no Amapá

Todos nós, operadores da Educação, aprendemos na Academia sobre os fatores que influenciam de maneira positiva ou negativa no sucesso do binômio educacional ensino-aprendizagem, dentre os quais podemos mencionar as metodologias empregadas no desenvolvimento da prática docente; os recursos didáticos e ferramentas educativas usados para incrementar as aulas; os planejamentos pedagógicos necessários para que as aulas aconteçam de forma articulada; a quantidade ideal, bem como a quantidade adequada de alunos por sala de aula para que seja desenvolvido um trabalho pedagógico satisfatório, entre outros.

Destacamos este último fator - a questão da quantidade de alunos por sala de aula - para erigir nossos comentários. Indo direto ao ponto, a quantidade ideal seria de quinze a vinte alunos para que fosse dispensada uma atenção mais individualizada a cada aluno; o possível seria trabalhar com uma média de vinte a vinte e cinco alunos, sendo que a atenção já não seria a mesma... Mas acima disso é um absurdo, um atentado contra os princípios pedagógicos de razoabilidade. É humanamente impossível realizar um trabalho com o mínimo de consistência e decência com essa quantidade de alunos.

Infelizmente, podemos afirmar que a teoria é completamente diferente na prática, pois esses números são facilmente superados em nome de uma tentativa burra de “empurrar toda criança na escola”.

A verdade é que em nosso estado, a exemplo da maioria, as salas estão ABARROTADAS, impossibilitando o sucesso de qualquer trabalho docente e isso, sem considerarmos outros aspectos como a infraestrutura inadequada de muitas escolas que possuem salas de aulas pequenas, pouco arejadas, mau iluminadas, com as paredes todas riscadas e sujas.

Por essa e por muitas outras a situação da nossa Educação vai muito mal obrigado! E quando isso acontece é muito fácil para os gestores culparem os professores, que diga-se de passagem possuem uma parcela dessa culpa.

Muitos professores podem ficar aborrecidos comigo por essa afirmativa, entretanto, a verdade é que muitos colegas se furtam em participar de qualquer atividade que signifique um esforço a mais em prol da educação de seus alunos e optam pela “teoria do esforço mínimo”! Não participam de reuniões, muito menos de cursos de aperfeiçoamento como o que estamos participando no NTE, chegando até a soar como um insulto falar em participar de um curso de aperfeiçoamento! É uma pena.

Não sejamos parte do problemas... Vamos construir juntos uma solução!
Professor Clovis Freire.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Sobre o nosso projeto

      O nosso projeto foi desenvolvido com foco direcionado à questão do uso da informática como ferramenta de ensino. Traz informações de como usar o computador em aulas planejadas para esse fim, tornando-as mais interessantes e atuais, uma vez que utiliza um recurso que os alunos já conhecem de fora da escola, mas que desconhecem formas diferentes para o seu emprego.
      Isso acontece porque o seu contato com a informática, bem como com o mundo virtual ocorre de maneira casual e desordenada. Quando eles acessam a internet, por exemplo, buscam jogos, redes de relacionamento social e até sites proibidos.
      De outra forma, a escola pode e deve proporcionar maneiras inteligentes e articuladas de empregar essas maravilhas das tecnologias da informação e da comunicação (TIC).
      No plano existente no projeto, podemos perceber que este recurso pode ser utilizado tranquilamente, potencializando o alcance dos objetivos propostos de forma significativa e prazeroza para o aluno, uma vez que aproxima o que é visto na escola da sua realidade.
Professor Clovis Freire.