terça-feira, 22 de novembro de 2011

Orientação Sexual na Escola

A educação contemporânea difere muito daquela de outrora em que muitos de nós, educadores formados há pelo menos duas décadas conhecemos. Muitos tabus e estereótipos foram derrubados; a sociedade sofreu uma metamorfose profunda em sua apresentação familiar; muitos valores sofreram deformações e se atrofiaram, causando espanto a cada vez que nos deparamos com situações que há alguns anos atrás eram uma verdadeira ofensa à moral e às normas consuetudinárias da sociedade de outrora!
Hoje, acompanhamos impávidos e chocados a forma como as nossas crianças chegam à escola, trazendo um conhecimento prematuro sobre assuntos que deveriam ser ensinados a medida que elas fossem crescendo, seguindo e respeitando cada etapa de seu desenvolvimento.
Os educadores da atualidade tem se deparado cada vez mais com situações ligadas à falta de orientação sexual que deveria, pelo menos em tese, começar em casa e continuar na escola. Mas como fazer isso? Eis a grande questão!
Poderíamos começar com uma parceria entre a família e a escola para a formação sexual da criança. Para isso, a família também deve ser orientada, visto que ela é a fonte principal da formação, da base da criança, para que a criança tenha uma referência salutar e não aprenda de qualquer jeito ou pela rua como geralmente acontece.
Nesse sentido, os temas transversais sobre orientação sexual, assumem uma grande importância na medida em que a escola tem que tomar conta de uma atribuição que não deveria ser somente dela. Crianças oriundas de lares despedaçados, sem uma formação familiar consistente e sem condições de oferecer uma educação de berço, apresentam como maior consequência uma gama de crianças e adolescentes com a sexualidade aflorada, amadurecidos a força, tendo muitas vezes de assumir o arrimo de uma família sem condições de repassar valores que nunca tiveram e muito menos vivenciaram.
Assim, “a escola é tida como um importante complemento, isso quando bem orientada. Os jovens, apesar de muitas vezes não demonstrarem, são extremamente necessitados de conceitos morais e do amparo familiar que, quando realizados de forma coerente, proporcionam a formação de homens e mulheres de valores, exemplos para a sociedade”.
Portanto, os educadores de hoje tem uma atribuição importante fundamental na formação de jovens críticos e conscientes de seu papel na sociedade, trazendo a esperança de um mundo melhor com paz e justiça social.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Minha escola

Antes, as escolas eram lugares onde as crianças buscavam o aprendizado para construir o conhecimento, lugar de novas e produtivas experiências... Hoje, a escola tem que assumir um papel que não é originariamente seu, uma vez que recebe crianças oriundas de lares despedaçados e sem condições de fornecer o mínimo de educação familiar de berço! Coisa simples como as palavrinhas mágicas (por favor, com licença, obrigado, bom dia, boa tarde, boa noite...); como fazer a higiene pessoal; como manter o ambiente limpo não jogando lixo pelo chão; ou ainda, valores importantes como o respeito, a ética, o amor... As vezes escuto: "mas a educação funciona no Japão, nos Estados Unidos e aqui é desse jeito"! A diferença é que nesses países existe respeito e disciplina, além do mais, as leis são cumpridas nesses países. Infelizmente ainda não chegamos nesse nível... Mas a educação é a chave da transformação que precisamos! Todos fazemos parte da solução! Vamos agir!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

À moda da rede

A moda de escrita criada pela internet é uma "mão na roda" pra quem não aprendeu ou não assistiu as aulas de Língua Portuguesa na escola... Veja bem, quem não sabe escrever agora tem a desculpa de estar na "moda da internet"... e sai metendo dedada errada a torto e a direito!!!!

Cômico se não fosse trágico, pois, estamos assistindo à degradação da nossa identidade de cultura que é a nossa língua! Gente, pelo Amor de Deus... É medíocre pensar que isso é bonito porque não é! Onde já se viu cachorro com "x", você com "ç" e assim por diante... Vamos valorizar o conhecimento, chega de tantos analfabetos funcionais impregnando a internet e a sociedade em geral... Os especialistas em linguística podem até dizer que o importante é o entendimento da mensagem e não a mensagem em si... lorota!

Não adianta pensar que o povo está se politizando quando não está nem aprendendo a própria língua, muito menos despertando a sua consciência política para escolher com inteligência e sensatez os seus representantes... Daí decorre a grande questão: de quem é a culpa?

Mas por que buscar culpados? O mais importante é buscar soluções que podem ser articuladas pela sociedade civil organizada, bem como pelos representantes da classe política no sentido de criar e implementar políticas públicas efetivas para equacionar o problema. Todos nós fazemos parte da solução, basta que nos mobilizemos!

Não obstante, podemos esclarecer de antemão que, uma das principais causas reside na inexistência de uma formatação familiar condizente com um ambiente que inspire amor, respeito e disciplina em nossas crianças.

Sem saudosismo, posso afirmar que, na época em que cursei o ensino fundamental, aprendíamos mesmo. Não que fossemos forçados a isso, é porque sabíamos que precisávamos disso pra progredir na vida como cidadãos de bem! As disputas eram pra ver quem tirava as maiores notas... Hoje a disputa é pra ver quem bagunça mais durante as aulas, quem desrespeita mais os professores e assim por diante!

Além disso, a legislação favorece aqueles pais que acham que a escola é uma creche e àqueles “alunos” que acham que a escola é um parque de diversões... Isso porque o Estatuto da Criança e do Adolescente concede muitos direitos... inclusive de agredir e até matar sem ser punido, pois, os transgressores não são penalizados, apenas sofrem medidas “socioeducativas” e quando completam a maioridade civil a sua ficha limpinha, imaculada como a de um “santo”! Que beleza heim?

Com base nisso eles pintam e bordam! De mais a mais, não levam a educação a sério porque, de qualquer forma, eles vão passar para a série seguinte no final do ano sem precisar estudar, muito menos aprender o que lhes é ensinado! Pra quê se esforçar, não é??? E assim, eles seguem à moda da rede!!!

Prof. Clovis Freire.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Slides na escola!!!

Slides na escola!!! Como devemos usá-los??? Esta questão é muito pertinente quando analisamos o contexto do uso das tecnologias aplicadas à Educação na atualidade, onde tais recursos e ferramentas tecnológicas devem ser bem utilizados e aproveitados como forma de potencializar o alcance pedagógico do processo de ensino, mister da escola.

Entretanto, devemos erigir um comentário tocante a existência de tais recursos, além da preparação necessária dos profissionais que irão trabalhar com tais equipamentos... Se fizermos uma pesquisa, poderemos constatar que a maioria dos profissionais não sabem operar e outros tantos tem até medo de “escangalhar” as geringonças! Ainda bem que estamos fazendo o curso no NTE pra salvar a pátria!

Não obstante, voltando ao tema, devemos usar as apresentações de slides porque são recursos que superam as apresentações tradicionais em sala de aula pelo dinamismo, “prendendo” a atenção dos alunos. Para isso, uma boa apresentação precisa ter um bom conteúdo, com informações e conceitos corretos e atualizados, ou seja, não adianta você elaborar um slide de Geografia lindo e maravilhoso, por exemplo, com informações estatísticas do senso do IBGE do ano de 2000.

É importante ressaltar que uma boa apresentação deve figurar como um “norte”, sucedido de uma discussão reflexiva sobre o conteúdo abordado durante a aula e, se possível, complementada com uma pesquisa ou uma produção de texto, em conformidade com a extensão do assunto estudado.

Todavia, devemos tomar cuidado com a elaboração dos slides, principalmente, quando da inserção de elementos visuais como figuras ilustrativas e animações, estabelecendo um liame entre o assunto abordado e a imagem inserida nos slides. Caso contrário, corremos o risco de falar sobre os pontos turísticos de Macapá e, ao invés de colocar a imagem do Obelisco do Marco Zero, colocarmos a imagem do Cristo Redentor, por exemplo. Seria um desastre!
Finalizando, uma boa apresentação deve ser bem planejada, com uma linguagem clara e objetiva e não deve se estender muito, posto que tudo o que é muito demorado, enjoa logo e a paciência dos nossos alunos se esgota rapidamente... Por isso, sejamos criativos e práticos. Assim, nossas aulas nunca mais serão as mesmas, caso tenhamos tais recursos é claro!
Professor Clovis Freire.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O computador vai substituir o professor???


Qual é o risco disso acontecer??? Todos! E já está acontecendo! E não nos enganemos, pois é uma coisa muito boa, se for da forma colocada no texto de RAMAL (2000), acredito que sim, haja vista que essa substituição abre uma infinidade de possibilidades pedagógicas no que tange ao papel do professor dentro do processo de ensino, usando os atributos tecnológicos da máquina para tornar as aulas em viagens multimídias pelo conhecimento! Imagine só, não vamos ter que ficar horas a fio fotocopiando material sobre os conteúdos de História, Geografia, Língua Portuguesa e daí por diante...
Dentro dessa ótica, o professor será substituído apenas na função mimética de mero repassador de conteúdos programáticos bitolados, exigidos pelo sistema formal, permitindo que ele assuma a sua real função que é a de articulador de propostas, de organizador de idéias que proporcionem ao aluno figurar como construtor do conhecimento a partir de sua realidade e dentro de uma nova perspectiva: a de agentes ativos deste processo.
A partir daí, haverá uma participação mais contundente dos alunos na produção, por intermédio de uma proposta cooperativa onde eles vão poder ensinar também o que eles conhecem a partir das próprias experiências, podendo formular e reformular as suas conclusões a respeito da construção do conhecimento dentro de um processo dialético, rompendo barreiras geográficas ao sabor das tecnologias deste admirável mundo novo! Viva a tecnologia!

terça-feira, 11 de outubro de 2011

O ideal, o possível e o impossível na Educação no Amapá

Todos nós, operadores da Educação, aprendemos na Academia sobre os fatores que influenciam de maneira positiva ou negativa no sucesso do binômio educacional ensino-aprendizagem, dentre os quais podemos mencionar as metodologias empregadas no desenvolvimento da prática docente; os recursos didáticos e ferramentas educativas usados para incrementar as aulas; os planejamentos pedagógicos necessários para que as aulas aconteçam de forma articulada; a quantidade ideal, bem como a quantidade adequada de alunos por sala de aula para que seja desenvolvido um trabalho pedagógico satisfatório, entre outros.

Destacamos este último fator - a questão da quantidade de alunos por sala de aula - para erigir nossos comentários. Indo direto ao ponto, a quantidade ideal seria de quinze a vinte alunos para que fosse dispensada uma atenção mais individualizada a cada aluno; o possível seria trabalhar com uma média de vinte a vinte e cinco alunos, sendo que a atenção já não seria a mesma... Mas acima disso é um absurdo, um atentado contra os princípios pedagógicos de razoabilidade. É humanamente impossível realizar um trabalho com o mínimo de consistência e decência com essa quantidade de alunos.

Infelizmente, podemos afirmar que a teoria é completamente diferente na prática, pois esses números são facilmente superados em nome de uma tentativa burra de “empurrar toda criança na escola”.

A verdade é que em nosso estado, a exemplo da maioria, as salas estão ABARROTADAS, impossibilitando o sucesso de qualquer trabalho docente e isso, sem considerarmos outros aspectos como a infraestrutura inadequada de muitas escolas que possuem salas de aulas pequenas, pouco arejadas, mau iluminadas, com as paredes todas riscadas e sujas.

Por essa e por muitas outras a situação da nossa Educação vai muito mal obrigado! E quando isso acontece é muito fácil para os gestores culparem os professores, que diga-se de passagem possuem uma parcela dessa culpa.

Muitos professores podem ficar aborrecidos comigo por essa afirmativa, entretanto, a verdade é que muitos colegas se furtam em participar de qualquer atividade que signifique um esforço a mais em prol da educação de seus alunos e optam pela “teoria do esforço mínimo”! Não participam de reuniões, muito menos de cursos de aperfeiçoamento como o que estamos participando no NTE, chegando até a soar como um insulto falar em participar de um curso de aperfeiçoamento! É uma pena.

Não sejamos parte do problemas... Vamos construir juntos uma solução!
Professor Clovis Freire.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Sobre o nosso projeto

      O nosso projeto foi desenvolvido com foco direcionado à questão do uso da informática como ferramenta de ensino. Traz informações de como usar o computador em aulas planejadas para esse fim, tornando-as mais interessantes e atuais, uma vez que utiliza um recurso que os alunos já conhecem de fora da escola, mas que desconhecem formas diferentes para o seu emprego.
      Isso acontece porque o seu contato com a informática, bem como com o mundo virtual ocorre de maneira casual e desordenada. Quando eles acessam a internet, por exemplo, buscam jogos, redes de relacionamento social e até sites proibidos.
      De outra forma, a escola pode e deve proporcionar maneiras inteligentes e articuladas de empregar essas maravilhas das tecnologias da informação e da comunicação (TIC).
      No plano existente no projeto, podemos perceber que este recurso pode ser utilizado tranquilamente, potencializando o alcance dos objetivos propostos de forma significativa e prazeroza para o aluno, uma vez que aproxima o que é visto na escola da sua realidade.
Professor Clovis Freire.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Lá vai uma força.

Uma velha amiga me perguntou algo sobre o "teorema de Euller". Resolvi elaborar um planinho básico sobre o assunto. espero que você aproveite amiga e pra quem mais for útil! Um abraço fraterno.

PLANO DE ATIVIDADE


1 - Tema: Descobrindo o Teorema de Euller.

2 - Clientela: Alunos da 4ª série (5º ano).

3 - Conteúdo: Teorema de Euller.

4 - Objetivo: induzir o educando, através de comparações, a perceber que existe uma relação de igualdade entre a soma do número de vértices com o número de faces; e o número de arestas mais dois, representados pela seguinte fórmula: V + F = A + 2 (Teorema de Euller), onde o número 2 é um fator constante da fórmula.
 
5 - Materiais necessários: papel A4; lápis preto nº 02; régua de 30 cm; borracha branca e cartazes com o desenho das figuras geométricas tridimensionais.

6 - Pré-requisitos: conhecimento de alguns conceitos de geometria, como os de vértice, aresta e face; além de conhecer as formas tridimensionais.

7 - Procedimentos:
1 – Apresentar aos estudantes algumas formas geométricas tridimensionais como o cubo, a pirâmide de base quadrada, o prisma de base triangular e um prisma de base pentagonal;
2 – Pedir que eles confiram e anotem o número de arestas, de faces e de vértices das formas geométricas dadas;
3 – Fazer com que eles comparem os resultados das somas entre os vértices e as faces com o valor das arestas;
4 – Chamar a atenção dos alunos para a relação entre os resultados, quando da aplicação da fórmula;
5 – Sugerir que eles apliquem a fórmula aos resultados obtidos através de atividades.

Referencial Bibliográfico:
CENTURIÓN, Marília. Porta Aberta Matemática – 4ª série. Editora FTD. 1ª edição. São Paulo. 2005.

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* É interessante que as figuras geométricas sejam desenhadas em um cartaz para que os alunos acompanhem o desenvolvimento dos cálculos visualizando a construção da fórmula e como surge a constante para que ele seja induzido a elaborar o conceito do teorema. Bye, bye.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

O que a rede oferece de bom?

O mundo virtual da internet é uma maravilha. Logicamente, como tudo na vida tem seus perigos. Mas vamos falar do seu lado bom, do lado voltado à educação.
Por exemplo, os ambientes Portal do professor, Domínio público, Biblioteca Digital Mundial entre outros constituem uma fonte de riqueza cultural inestimável se analisarmos a quantidade de conhecimento humano acumulado e condensado de forma bastante acessível a todos que desejarem conhecer.
Infelizmente, tais recursos contidos nestas maravilhas tecnológicas da Modernidade são desprezados e sua existência é simplesmente ignorada pela maioria dos profissionais ligados à área educacional. Destaco como uma das principais causas disso, a falta de conhecimento e acesso a esse mundo virtual, onde tais tesouros culturais estão contidos, além da falta de divulgação.
O Domínio Público, por exemplo, possui um vasto acervo para pesquisa, organizado de forma bastante simples para faciitar a utilização de seus aplicativos, disponíveis em softwer livre!
Já o Portal do Professor oferece formação à distância para aqueles profissionais que não possuem o nível superior através da Plataforma Freire, coisa que há alguns anos atrás era inimaginável. E isso só pra citar um dos benefícios do portal. Portanto, hoje só não se qualifica quem não quer, o que não é o nosso caso!

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

O PAPEL DA FAMÍLIA NA EDUCAÇÃO

Quando nos reportamos à História da evolução da Humanidade, não podemos deixar de considerar que ela tem, necessariamente, seu desenvolvimento atrelado ao processo Educacional, pelo menos no que tange ao aspecto cultural, científico e tecnológico dos diferentes povos do nosso planeta desde a Idade Antiga até a contemporaneidade.

Não obstante, as mudanças decorrentes de demandas sociais, sejam elas lentas e pacíficas ou rápidas e revolucionárias, impõem até os dias de hoje à sociedade, por intermédio da Educação, a ideologia daqueles que dominam e dirigem os destinos do povo. De acordo com essa análise, a escola se constitui em um aparelho ideológico a serviço das elites dominantes, pois, como afirma Saviani, a educação apenas e tão somente reproduz os interesses do capital (SAVIANI, 1990).

Apesar disso, é inegável a importância da Educação para a Humanidade, haja vista que é, justamente, através dela que se possibilita a transmissão de todo legado cultural de geração em geração, perpetuando a hegemonia do homem sobre o globo terrestre, ainda que as sociedades não sejam igualitárias, a despeito da substituição da transmissão pela informação que caracteriza de forma marcante a sociedade atual, ou seja, antes ocorria todo um processo de transmissão de conhecimentos e ensinamentos entre pais e filhos, professores e alunos, entretanto, o mundo globalizado permite que uma gama infinita de informações inunde as vidas e o cotidiano das nossas crianças e jovens.

Dentro desse processo, a família desempenha, ou pelo menos deveria desempenhar um papel muito importante no processo educacional, uma vez que constitui o primeiro núcleo social com o qual a criança tem contato e onde ela recebe os primeiros ensinamentos, sendo que este fato ocorre invariavelmente em todas as sociedades desde a Antiguidade.
Prof. Clovis Freire.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Cheguei chegando!!!!

Olá galera do bem....


 Essa é a minha estreia no mundo maravilhoso dos blogs! Vou tentar publicar muitas coisas interessantes e que realmente valham a pena. Nada de lorotas... Sejamos construtivos! Um abraço fraterno! Professor Clovis Freire.