segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O computador vai substituir o professor???


Qual é o risco disso acontecer??? Todos! E já está acontecendo! E não nos enganemos, pois é uma coisa muito boa, se for da forma colocada no texto de RAMAL (2000), acredito que sim, haja vista que essa substituição abre uma infinidade de possibilidades pedagógicas no que tange ao papel do professor dentro do processo de ensino, usando os atributos tecnológicos da máquina para tornar as aulas em viagens multimídias pelo conhecimento! Imagine só, não vamos ter que ficar horas a fio fotocopiando material sobre os conteúdos de História, Geografia, Língua Portuguesa e daí por diante...
Dentro dessa ótica, o professor será substituído apenas na função mimética de mero repassador de conteúdos programáticos bitolados, exigidos pelo sistema formal, permitindo que ele assuma a sua real função que é a de articulador de propostas, de organizador de idéias que proporcionem ao aluno figurar como construtor do conhecimento a partir de sua realidade e dentro de uma nova perspectiva: a de agentes ativos deste processo.
A partir daí, haverá uma participação mais contundente dos alunos na produção, por intermédio de uma proposta cooperativa onde eles vão poder ensinar também o que eles conhecem a partir das próprias experiências, podendo formular e reformular as suas conclusões a respeito da construção do conhecimento dentro de um processo dialético, rompendo barreiras geográficas ao sabor das tecnologias deste admirável mundo novo! Viva a tecnologia!

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